segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Agradecimento Especial


Agradeço a presença de todos que compareceram ao "evento" no dia 12.12.2009.
Um agradecimento muitíssimo especial á minha filha Samantha que brilhou como anfitriã recebendo nossos amigos e direcionando a mãe, um tanto "sem noção".Culpa da emoção.
Beijos no coração,filha querida.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Convidados ausentes


"Sabia que você não vinha.
O bolo fiz para consolo
O café pela fé que eu não tinha.
(Chandal Meirelles Nasser)

sábado, 14 de novembro de 2009

Divulgando de qualquer jeito

Desde o recebimento dos exemplares do "meu livro" escuto vários tipos de comentários sobre os diferentes "causos."
Distribuí os exemplares aos meus colegas ,conhecidos e amigos. Fiz uma lista das pessoas que receberam os exemplares para convidá-los para o lançamento,sem esquecer de ninguém.
Logo repercutiu as histórias contadas no livro.Por serem verídicas e contemporâneas os personagens são reais. O tom de humor foi aumentado mas não foi inventado.
Fui convidada pela mãe de um colega para uma palestra sobre a arte de contar histórias na escola infantil onde ela trabalha.Adorei!
O rapaz interessado em comprar o carro do meu colega de serviço foi fazer um teste- drive.Foi surpreendido por um toró daqueles. Sem conseguir sair do carro,achou o livro e adorou a leitura.Ele nem viu o toró passar.Quiz saber do meu colega quem era a autora.Mas e de comprar o livro ???
Por isto eu digo: Divulguem mas não empreste o seu.O prejuízo será meu.

Fazer o Bem sem olhar a Quem

Vínhamos de Belo Horizonte e na madrugada bem fria o ônibus fez a parada de 15 minutos em Curvelo. Percebi 02 idosos encolhidos na mesa. Fui tocada pela tristeza do olhar do velho. O outro curvou a cabeça sobre os braços e tentava cochilar. Pedi dois copos de café com leite. Eu levei até a mesa deles. O senhor me devolveu um olhar quente de gratidão. Meu marido nada comentou. Ele acha natural esta minha atitude. Entre nós, ajuda quem vê primeiro.. Eu me sinto realizada com a iniciativa de meus filhos quando eles enxergam o próximo e ajudam espontaneamente, sejam velhos ou crianças.Aprenderam pelo exemplo.

Fomos para Belo Horizonte no último sábado. Ao parar em Curvelo para um café,um pardal bem abusado pousou em cima da mesa ,bem á minha frente.Tirei um pedaço do pão de queijo que eu segurava e dei para ele.Por ser um pedaço grande precisou de duas tentativas para que o pardal conseguisse levantar vôo.Não demorou muito o pardal voltou.Pousou diante do meu marido e o fitou com um olhar confiante.Recebeu o pedaço da esfihra e voou alegremente.

Rimos bastante do atrevimento do pardal.Com tanta gente nas mesas o pardal escolheu a nossa, não por acaso.Foi tão reconfortante quanto.

sábado, 17 de outubro de 2009

SUGESTÕES DE AUTÓGRAFOS

No lançamento do meu primeiro livreto a festa foi na proporção inversa ao tamanho do livro.
Com toda pompa e circunstancia.
Para não ser repetitiva com os amigos resolvi padronizar as mensagens de autógrafos conforma a categoria dos convidados presentes.
Para aqueles que me conhecem há bastante tempo:
"Nada do que foi ,será.Vale o que está escrito."
Para aqueles que pouco me conhecem :
"Minha vida é um livro aberto. É só folhear."
Para os críticos,conhecidos ou não:
"Entrou por uma porta e saiu pela outra.Quem quiser que conte outra."
Mas para você ,especialmente ,eu deixarei que o coração fale por nós.
Pela nossa amizade.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Amigas & Coisas & Tal

Eu estava muito envolvida com a comemoração dos 60 anos de meu marido.Seria uma surpresa e tanto.Estava sendo mais trabalhoso do que eu havia pensado. As dificuldades maiores era guardar o segredo,não deixar que o aniversariante desconfiasse de nada.Nenhum detalhe, mínimo que fosse,poderia ser percebido por ele.Para qualquer imprevisto, eu tinha o plano"B".
Uma amiga de colégio me ligou querendo um favor e saber das últimas.
Contei para ela que "eu estava aprontando com meu marido. Que faltava pouco para ele descobrir. Que eu ia até o fim,acontecesse o que acontecesse!"
Ela reagiu com espanto: "Que ela sempre acreditou no casal.Embora os casamentos(mais de dois) dela não tivessem dado certo ela acreditava no meu casamento."
Logo em seguida ela se colocou do meu lado. Que embora surpresa ela me dava a maior força.Demonstrava tanta curiosidade que até me convidou para um encontro.Queria saber de tudo que eu estava "aprontando'.
Surpresa fiquei eu.Mantemos nossa vida em dia falando do trabalho e da família em encontros casuais.Desde o namoro dela ,seus casamentos, separações e reconciliações,sua experiencia de avó,ela me participa tudo.Sempre é ela que me liga,mas nunca freqüentamos a casa uma da outra.Pensando bem eu provoquei a confusão usando palavras de duplo sentido.Ela pensou o que eu estou pensando?!?!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Quem avisa ,amigo é

Plagiando o comercial:
As perguntas movem a humanidade:
Existe vida após a morte?
Rele nela aí embaixo e saberás.

As respostas enterram a humanidade.




domingo, 4 de outubro de 2009

FILHOS?!! se não tê-los como sabê-los???!!!!

No último sábado íamos ao Baile da Amizade ou da Saudade e ou da Terceira Idade.Como queiram..Privilégio de casais a sós.
Que não têm mais os filhos em casa ou não assumiram os netos como os avós normais fariam.
Ao passarmos de frente á República de Estudantes escutamos o seguinte diálogo entre filho e o pai no celular:
-O filho dizia:"Tou sabendo que voces estão numa boa. Curtindo a doidado. Sózinhos os dois sem ninguém pra atrapalhar.
-Presta atenção pai:"Eu não quero irmão,tá ligado?"
-É sério,pai.Falei com a mãe e ela ficou rindo.
Vou repetir: "Eu não aceito outro irmão"
E fala com a mãe também.Vocês se cuidem.E comportem-se.
Comentamos como ficamos preocupados quando nossos filhos foram morar fora.
Preocupávamos se ao registrar o "Diploma" teria que dar nome e sobrenome.

BODAS DE CORAL : 04.05.1974 + 04.05.2009



CASAMENTO X CRIATIVIDADE

Elos & aros

Perdi minha aliança de casamento há quatro anos. Um incidente que eu diria triste, embora remediável. Poderia fazer outra, uma substituta que perderia a originalidade das marcas e lembranças de uma fase importante de minha vida.

O tempo de namoro foi o que eu havia sonhado e se transformou em realidade.

Era o princípio dos anos 70: Beatles, bailes, cinema, moto e muita “gamação”.

Da sacada da sala de aula do meu colégio, atendi ao sinal do meu namorado que descia a Rua da Glória com a moto desligada. Fugi do colégio, como fizera de outras vezes, para encontrar-me com ele. Naquela manhã, ele me levou à loja de um joalheiro na Av. Francisco Sá.

Muito tímida, experimentei vários tipos de aros, que pareciam de lata. Escolhemos um como modelo de nossa aliança. Lembro-me que pedi a gravação do primeiro nome em vez das iniciais como era o costume.

É uma sensação gostosa a lembrança daquela manhã. Ressurge aquela adolescente apaixonada e correspondida que vivia intensamente aquele momento, desligada do resto do mundo. Não me lembro de ter lembrado de contar para alguém o ocorrido.

Éramos os personagens principais do ritual do noivado, o primeiro acontecimento de duas famílias grandes e conservadoras, ainda que dispensássemos tais formalidades. Valeu.

Assim como no casamento compartilhamos e brindamos. Uma concessão aos amigos e parentes de participarem de nossa felicidade. Nossa vontade mesmo era de estarmos a sós, mas todo o tempo ainda era pouco.

E assim tem sido. Fizemos questão de aproveitar as oportunidades que ficamos a sós e nos proporcionamos os momentos de jogar conversa fora, afora o tempo das três “crianças”, família e compromissos.

A aproximação do dia 04 de maio de 1999, quando comemoraremos os 25 anos de casamento, tem feito me lembrar da aliança original, desejando-a muito. Perguntei ao Mário, um bombeiro conhecido, se o anel que havia caído no vaso sanitário do meu banheiro, há quase cinco anos, teria sido despejado no rio Grande, que é para aonde vai todo o esgoto da cidade. E ele foi profético: “Sua aliança continua no fundo do vaso. Só o que tem a fazer é meter a mão dentro do vaso e retirá-la”.

Incrédula, pelo sim e pelo não, fiz o que ele havia dito.

A emoção que senti ao perceber a aliança com o toque da ponta do meu dedo foi igual ou maior, não sei, que a emoção daquela manhã no joalheiro.

Com certeza, na comemoração das Bodas de Prata, todas as recordações, fatos e marcas serão tão originais como tem sido a nossa vida.

Diamantina, 25 de janeiro de 1999.

Observação: não houve comemoração.

sábado, 3 de outubro de 2009

O BOM FILHO Á CASA RETORNA.

Espere minha mãe estou voltando Que falta faz pra mim um beijo seu O orvalho da manhã cobrindo as flores Um raio de luar que era tão meu O sonho de grandeza, ó mãe querida Um dia separou você e eu Queria tanto ser alguém na vida Apenas sou mais um que se perdeu Deixe um bule da café em cima do fogão Fogão de lenha, e uma rede na varanda Arrume tudo mãe querida, que seu filho vai voltar Mãe eu lembro tanto a nossa casa As coisas que falou quando eu saí Lembro do meu pai que ficou triste Hoje eu já sei, ó mãe querida Nas lições da vida eu aprendi O que eu vim procurar aqui distante eu sempre tive tudo e tudo está ai.
Dispenso o telefone ou o celular.
È com esta música da dupla sertaneja que eu peço á Rádio Local para avisar a minha mãe que eu estou chegando.
Ela adora!

A MAIS BELA HISTÓRIA